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    <title>Comments by Prof. Ihering Guedes Alcoforado</title>
    <description>Most recent public comments by Prof. Ihering Guedes Alcoforado</description>
    <link>https://nowcomment.com/users/26205</link>
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    <item>
      <title>ALGORITHMS &amp; DE-RESPONSIBILISATION OF HUMAN ACTORS   </title>
      <link>https://nowcomment.com/documents/66016?scroll_to=629434</link>
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      <description>&quot;econd, substantial trust is already placed in algorithms, in some cases a&#64256;ecting a deresponsibilisation of human actors, or a tendency to &#8216;hide behind the com-puter&#8217; and assume automated processes are correct by default (Zarsky, 2016: 121). Delegating decision-making to algorithms can shift responsibility away from human decision-makers. Similar e&#64256;ects can be observed in mixed networks of human and information systems as already studied in bureaucracies, charac-terised by reduced feelings of personal responsibility and the execution of otherwise unjustifiable actions (Arendt, 1971). Algorithms involving stakeholders from multiple disciplines can, for instance, lead to each party assuming the others will shoulder ethical responsibility for the algorithm&#8217;s actions [Davis et al., 2013, pp. 12/13]

REFER&#202;NCIAS

</description>
      <pubDate>Sat, 03 Dec 2016 17:40:58 -0500</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>DIGITAL LIFE, ALGORITHMS &amp; DECISION MAKING</title>
      <link>https://nowcomment.com/documents/66016?scroll_to=629432</link>
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      <description>&quot;The work described here has made three  contributions to clarify the ethical importance of this
mediation: (1) a review of existing discussion of ethical aspects of algorithms; (2) a prescriptive map to organise  discussion; and (3) a critical assessment of the literature  to identify areas requiring further work to develop the  ethics of algorithms.&quot; P. 14</description>
      <pubDate>Sat, 03 Dec 2016 17:28:42 -0500</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>THE ETHICS OF ALGORITHMS </title>
      <link>https://nowcomment.com/documents/66016?scroll_to=629405</link>
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      <description>The Ethics of Algorithms evidencia a dimens&#227;o &#233;tica embutida nos algoritmos, ao tempo em que apresenta um framework que nos permita o tratamento desta quest&#227;o. 

A relv&#226;ncia de tal abordagem decorre da crescente autonomiza&#231;&#227;o como rela&#231;&#227;o aos sujeitos e,  da automotiza&#231;&#227;o  do processo do processo decis&#243;rio, donde a import&#226;ncia de deslocar o foco da analise  para os momentos que antecede o desenho dos algoritmos.

Esta mesma preocupa&#231;&#227;o se aplica ao caso do design como ilustrado no texto de THOMPSON, Alienability, Rivalry, and Exclusion Cost - Three Institutional Factors for Desing, no qual se prop&#245;e a cria&#231;&#227;o das condi&#231;&#245;es de possibilidades de inclus&#227;o das condi&#231;&#245;es de possibilidades da alienabilidade, rivalidade e exclusividade. </description>
      <pubDate>Sat, 03 Dec 2016 16:31:12 -0500</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>WELFARE OF COMMONS - A New Mode of Production </title>
      <link>https://nowcomment.com/documents/65771?scroll_to=626565</link>
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      <description>Carlo Vercellone &#233; uma express&#227;o emblem&#225;tica &#224; esquerda da esquerda no debate sobre os commons.     Ele toma como refer&#234;ncia na sua estrate&#180;gia discursiva  a crise em curso e, como objeto as institui&#231;&#245;es do bem estar social (welfare institutions), ou melhor, as implica&#231;&#245;es das pol&#237;ticas de expropria&#231;&#227;o das &quot;collective welfare institutions (health, research, pensions, etc.)&quot; 

A partir deste recorte institucional da crise, ele evid&#234;ncia dois modelos de sociedade e de regula&#231;&#227;o para a nossa   economia contempor&#226;nea baseada no conhecimento: I) A Rentier Model of &#8216;Accumulation through Expropriation&#8217;  e   II)   A Model of Commonfare and &#8216;Communalization&#8217; of the Credit System



. O primeiro  modelo &#233; fundado &quot;na coloniza&#231;&#227;o das institui&#231;&#245;es do bem estar  como a &#250;tlima fronteira para a extens&#227;o da influ&#234;ncia das rela&#231;&#245;es  mercantis e financeiras&quot;.  Enquanto o segundo &#233; um modelo  um &quot;modo de desenvolvimento alternativo fundado na logica do common, envolvendo tanto as normas de produ&#231;&#227;o e consumo, como as de distribui&#231;&#227;o, o qual ele vai contrapor ao primeiro.   Este segundo modelo &#233; articulado &quot; [...]  around a politics of reinforcement and democratization of welfare institutions, understood in their twofold function as systems of production and systems of distribution of income. &quot;   Segundo ele  framework deste modelo alternativo de desenvolvimento pode ser organizado em torno de tr&#234;s principais eixos: i) 


Em outras palavras, tra&#231;a os contornos de um modelo de desenvolvimento diferente, o qual &#233; fundado no que ele chama de &quot;Welfare of the Common&#8217; e que se configura como um novo modo de produ&#231;&#227;o, o qual se  ancora &quot;[...] num deslocamento do p&#250;blico para o common ou, de forma mais precisa, em uma articula&#231;&#227;o hier&#225;rquica diferente entre o p&#250;blico, o privado e o common.&quot;

  Neta dire&#231;&#227;o ele recupera &quot;interpreta&#231;&#227;o dada ao desenvolvimento hist&#243;rico que &#233; constante usado pela teoria econ&#245;mica para caracterizar a emerg&#234;ncia da economia baseada no conhecimento&quot;, ressaltando alguns aspectos desse desenvolvimento &quot;que s&#227;o sistematicamente ignorado pelos economista mainstream&quot;, a exemplo dodo &quot;[... living knowledge incorporated and mobilized by labour plays in the social organization of production&quot;. Neste processo de desvelamento ele considera mais quatro aspectos: a) o trabalho imaterial associado aos servi&#231;os coletivos do bem estar, b) a expans&#227;o do sal&#225;rio socializado(pens&#245;es, o seguro desemprego) que assegura a mobilidade e escolhar entre diferentes formas de atividades criadora de emprego, c) as condi&#231;&#245;es e as institui&#231;&#245;es chaves est&#227;o al&#233;m da grande empresa, mas a uma produ&#231;&#227;o coletiva garantid pelas &quot;common instituions of the welfare state&quot; e por fim e) os fatores chaves da competitividade de uma regi&#227;o (territ&#243;rio) em uma economia baseada no conhecimento depende dos fatores coletivos de produtividade, a exemplo do n&#237;vel geral de educa&#231;&#227;o e treinamento da for&#231;a de trabalho, as intera&#231;&#245;es dentro dos territorios, a qualidade a infra-estrutura e pesquisa etc)

Mas,  a despeito da  relev&#226;ncia dos fatores elencados acima,  para a compreens&#227;o n&#227;o s&#243; das institui&#231;&#245;es do bem estar social, mas tamb&#233;m dos objetivos das pol&#237;tica focadas no seu desmantelamento, o que se observa &#233; que 

&quot;[...]  these facts are systematically concealed by mainstream economists. The reason for this concealment lies in the stra-tegic issues that, for capital, are at stake in the biopolitical control and the mercantile colonization of welfare institutions. Health, research, edu-cation, training and culture, in fact, not only shape lifestyles, they also sustain the mechanisms of transmission and production of knowledge. These sectors also represent a growing part of the social production and the social demand that, at least in Europe, have hitherto mainly been satisfied independently of the market logic and through a form of labour that does not produce capital or, in other words, surplus value. [...] here can be no doubt that the extension of the mercantile logic into these sectors is theoretically possible. It is nonetheless important to note how health, education, research, etc. can be subjected to the economic rationality of capital only on condition that resources are rationed, creat-ing profound social inequalities and, ultimately, drastically reducing their social e&#64259;ciency. This, in the long run, risks undercutting the very foun-dations of the knowledge-based economy that feeds cognitive and finan-cialized capitalism (on this point, see Vercellone, 2010). [PP. 65/66&quot;


REFER&#202;NCIAS

MARAZZI, The Privatization of  the General Intellect. [Boa an&#225;lise de um segmento da institui&#231;&#227;o do bem estar (welfare institution) vinculada a compet&#234;ncia da for&#231;a de trabalho, e como tal, fundamental para o desenvolvimento do capitalismo)
https://pt.scribd.com/document/332765399/MARAZZI-The-Privatization-of-the-General-Intellect-3-Pp


</description>
      <pubDate>Wed, 30 Nov 2016 06:01:49 -0500</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>GLOBAL PUBLIC GODS VS. COMMONS </title>
      <link>https://nowcomment.com/documents/65755?scroll_to=626332</link>
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      <description>
RESSON&#194;NCIAS DA AULA DE PPE, AMPLIFICADA PELA FILOSOFIA DO DIREITO.
Hoje fizemos alguns coment&#225;rios sobre os desdobramentos laterais do debate contempor&#226;neo sobre os BENS P&#218;BLICOS(est&#225;ticos e essencialistas vs. din&#226;micos e relacionais), chamando aten&#231;&#227;o para suas manifesta&#231;&#245;es laterais como BENS P&#218;BLICOS GLOBAIS (GLOBAL PUBLIC GOODS) E COMMONS (no sentido de Elinor Ostrom, exitem outros....) como poder&#227;o apreender por meio da leitura do texto de INSTITUTIONAL ANALYZES OF THE COMMONS: THREE SCHOOLS ANDTHEIR DIFFERENCES do Rafael A. F. Zanatta, do Departamento de Filosofia do Direito da USP..
No texto abaixo, divulgado hoje, n&#227;o por mera coincid&#234;ncia &#233; feito um contraste qualificado entre estes dois conceitos,sinalizando a contemporaneidade do debate.
Mas se pode passar sem criticas as limita&#231;&#245;es do artigo de Samuel Cogolati, do Leuven Centre for Global Governance Studies, University of Leuven, pod duas falhas no seu argumento. . De um lado, ao considerar o COMMONS exclusivamente no sentido operado por Elinor Ostrom, desconsiderando que tal vis&#227;o &#233; apneas uma, entre em muitas outras, como aponta Rafael A. F. Zanatta, do Departamento de Filosofia do Direito da USP.. Do outro, lado, por ao evidenciar com pertin&#234;ncia as diferen&#231;as entre os conceitos de GLOBAL PUBLIC GOODS (GPGs) e os COMMONS insinua com &quot;impertin&#234;ncia&quot; um conflito entre as duas abordagens, j&#225; que elas se remetem a universos estruturalmente distintos, com o pretexto de ressaltar uma amea&#231;a de privatisa&#231;&#227;o:
&quot;My argument is that, instead of assimilating commons to GPGs, both analytical and normative frameworks should be cautiously distinguished as they imply different legal principles and institutions for development. Indeed, in contrast to the commons approach that promotes more collaborative input in governing common resources, decisions in the GPGs model appear to be largely legitimised through a narrow criterion of economic efficiency. So whereas legal institutions based on commons favour bottom-up initiatives of
citizens to counter the traditional private-State divide and to respond to threats to our common heritage, the urgency to produce GPGs seems to justify a turn to new public-private partnerships and trust funds in development cooperation &#8211; such as the Gavi Alliance or the Global Fund to Fight AIDS, Tuberculosis and Malaria in the case of the World Bank&#8217;s operations. The risk with the GPGs rhetoric is then to reintroduce privatisation as a method of development and narrow development pro&quot;


REFER&#202;NCIA

INSTITUTIONAL ANALYZES OF THE COMMONS: THREE SCHOOLS ANDTHEIR DIFFERENCES do Rafael A. F. Zanatta  http://migre.me/vCgCJ</description>
      <pubDate>Tue, 29 Nov 2016 15:40:42 -0500</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>OPEN SOURCE      Os autores mostram neste artigo como  as atividades que configuram o Open Source (veda a privatiza&#231;&#227;o ao acesso dos frutos do esfor&#231;o coletivo)  podem ser compreendidas dentro dos frameworks econ&#244;micos existentes.   </title>
      <link>https://nowcomment.com/documents/65278?scroll_to=622303</link>
      <guid isPermaLink="true">https://nowcomment.com/documents/65278?scroll_to=622303</guid>
      <description>&quot; We highlight how  many aspects of open source software appear initially puzzling to an economist. As we have  acknowledge, our ability to answer confidently many of the issues raised here questions is likely to  increase as the open source movement itself grows and evolves. At the same time, it is heartening  to us how much of open source activities can be understood within existing economic frameworks,
despite the presence of claims to the contrary.&quot;</description>
      <pubDate>Tue, 22 Nov 2016 10:18:54 -0500</pubDate>
    </item>
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